sábado, 18 de março de 2017

Dress a Girl around the world...

Quando soube dessa iniciativa, que consiste em costurar vestidos para meninas que vivem em países desfavorecidos, não resisti e rapidamente me coloquei a costurar...
Apesar da correria, a tentação foi grande!
Queria fazer muitos, mas para já fiz quatro... o modelo confesso, não é meu favorito, mas eu obedeço as instruções !
Muito gostoso de fazer e tirei o modelo do site da RosaPomposa que está aqui.
Obrigada Maria Calais por despertar em mim essa vontade...Gostaria de fazer mil... mas querer não é poder!

Para os 2 anos...

Para os 6 anos...





Para os 8 anos...

Para os 12 anos...

domingo, 12 de março de 2017

Visitar recém-nascidos... um dica!

Então... durante algum tempo achava que eu era um tanto anormal com relação as visitas após o nascimento dos meus bebés, mas hoje em dia percebi que as pessoas são mesmo educadas e sacrificam-se ( o termo é mesmo esse SACRIFICAM-SE), recebendo pessoas que também fazem um ESFORÇO (o termo é mesmo esse ESFORÇO), para irem conhecer um bebé que acabou de nascer. Por que isso minha gente? Vamos acabar com esse hábito, por favor?
Como tenho amigas no Brasil e em Portugal que podem ser que leiam isso, deixe que eu comece com um detalhe que deve fazer alguma diferença, aqui, deste lado do mundo, não é comum ter empregada a tempo inteiro, o que significa, que para a maioria das mulheres aqui em Portugal, para além de ter o bebé, que é avassalador, as roupas para lavar continuam nos esperando (com o acréscimo das roupas da criança, que seria  tema pra outro post), a comida não se faz sozinha, o pó continua a se empilhar nos móveis, enfim, para dizer que temos que continuar a vida como ela é, com um novo trabalho (o bebé), que nos ocupa 200% do tempo...
A privação do sono, ou o sono em pedacinhos, deixa qualquer ser humano de rastos... a insegurança que temos no primeiro filho, não queremos deixá-lo no berço sozinho, nem para tomar um banho, queremos estar de olho o tempo todo, faz com que um dia em que seja possível tomar um banho e passar creme-rinse no cabelo seja um verdadeiro luxo.
O leite que sobe em alguns casos, não sobe em outros casos, nos deixa preocupadas, a sensação de que a vida como conhecíamos simplesmente acabou é um trauma, pontos, sejam eles aonde forem, são um desconforto...
Estamos sempre nos sentindo estranhas, é leite é sangue, é falta de tempo, as hormonas tentando se estabilizar e nos dando aqueles estados de humor que alegram tanto nossos companheiros e no meio desse turbilhão, o que nos aparece a frente?Visitas... essa é a resposta!
Amigos, amigos que por uma  razão que eu JURO NÃO ENTENDER, acreditam que TEM que ir conhecer o bebé na primeira semana, ou na segunda... enfim, no hospital!
Na minha opinião, com a experiência que eu tive, Fica aqui minha opinião:
SENHORES E SENHORAS, NÃO, NÃO QUEREMOS VISITAS, NÃO ESTAMOS COM VONTADE DE CONVERSAR, NÃO QUEREMOS IMAGINAR QUE A VIDA CONTINUA LÁ FORA E ESTAMOS DENTRO DE UM LIQUIDIFICADOR EM FUNCIONAMENTO. E ATENÇÃO, UM RECÉM -NASCIDO, COM EXCEPÇÃO PARA OS PAIS, AVÓS E TIOS DE PRIMEIRO GRAU É ABSOLUTAMENTE IGUAL A TODOS OS OUTROS EXISTENTES NO PLANETA,  NÃO INTERAGEM- OU CHORAM, OU COMEM OU DORMEM.
Assim, queridos amigos, vão tomar um café numa esplanada,  vão tomar uma cervejinha e brindem ao bebé que nasceu, mas não, não façam visitas, as mães não confessam, mas eu quase GARANTO que não querem ver ninguém.
Pronto está dito.                                                              

quinta-feira, 9 de março de 2017

Isso de ser mulher...

Como nasci num período de um país onde a mulher sempre teve liberdade, nunca valorizei como deveria essa liberdade toda, de certa forma sempre tomei como garantido.
Nunca me senti menos que um homem, poderia me sentir diminuída perante outra pessoa, mas nunca teve a ver com o gênero.
Sempre tive uma figura de um homem que garantia, provinha, decidia e protegia, mas ao mesmo tempo tive uma figura feminina que trabalhava, provinha, decidia e protegia igualmente, cada qual da sua forma, mas em pé de igualdade...Minha mãe sempre exigiu respeito e isso sempre foi visto por mim, ainda menina como uma coisa normal.
Para mim, a questão ¨feminismo¨nunca foi muito preocupante, pois recebi essa liberdade de mão beijada...e agradeço a todas que lutaram por esses direitos terem me sido dados.
Sinto que nós mulheres, somos o eixo da família, nossa disposição, reação, nossa sanidade norteia muito o rumo da nossa família, é como se fôssemos o leme de um barco, nós direcionamos.
Embora essa missão seja de muita responsabilidade creio que nos dá um poder único, o mais importante de todos: ajudar nossa família a crescer com sanidade, com equilíbrio.
Para que eu esteja ¨sã¨, preciso também cuidar de mim, preciso dosar e dar, mas saber receber também. Fazer e exigir ser reconhecida, apreciada e valorizada, pois caso contrário a chama da vontade de lutar vai se apagando... pelo menos a minha.
Sou mãe, sou mulher e isso não faz de mim um ser apenas dedicado aos outros, quero e sou vista como outra pessoa, que tem desejos, cansaços, alegrias, amigos, gostos... tudo, tudinho.
Assim, sendo feliz, partilho felicidade, sabendo como é gostoso ganhar, consigo dar, sabendo desfrutar de um elogio consigo elogiar outra pessoa, sabendo receber, consigo retribuir.
Adoro ser mulher!

quarta-feira, 8 de março de 2017

My little Jon Snow...

Quanto eu esperei por meu porta chaves... chegou !!!
Tão lindo...tenho tantas saudades de assistir ¨ Guerra dos Tronos¨




sábado, 4 de março de 2017

Lombinho de porco com molho de soja...

E pá, fazia tanto tempo que eu queria colocar essa receita, mas sempre esqueço de tirar a foto do processo e vou deixando para depois...
Acho que hoje consegui reunir fotos suficientes para partilhar aqui essa receita, que é super gostosa, nada cara e muito, muito fácil de fazer...
Para uma receita que serve três pessoas é assim que eu faço:

Ingredientes:
* um lombinho de porco de mais ou menos 500grs;
* uma xícara de molho de soja;
* uma xícara de água com uma colher de sobremesa de açúcar dissolvido;
* um pedaço de raíz de gengibre, mais ou menos uns 5 centímetros de comprimento com 2 cm. de largura, descascado e picado em pedaços pequenos.

Modo de fazer:


Colocar numa tigela onde o lombinho fique bastante ¨afogado¨todos os ingredientes e deixar na geladeira de um dia para o outro.


Ligar o forno a 200 graus. Colocar o lombinho, sem nenhum molho numa forma, preferencialmente numa onde o lombinho fique elevado, para que ele asse mais uniformemente.



Para mim, é essencial ter um termómetro que possa ir ao forno, a única maneira de certificar-me que a carne fique assada no ponto certo, porque muito desse prato é a suculência!


A carne fica mais ou menos 30 minutos no forno a 200 graus e depois, no final, ligo a parte de cima do forno, o grelhador e deixo terminar de assar, para que fique mais tostadinho por fora.


 E é com esse arzinho que fica essa carne...

Acompanha bem um purê, talvez batatas assadas, um arroz.. enfim, fácil de fazer, fácil de combinar e um verdadeiro prazer!!!

quinta-feira, 2 de março de 2017

António Zambujo canta Chico...

Do melhor que já vi na minha vida... hoje na Gulbenkian...
Acho fantástico que ele cante com o sotaque português, além de dar muita originalidade aos temas que oiço desde criança, dá também credibilidade, ganha na essência...
Dois super momentos- Futuros amantes e Todo o sentimento..
Chorei, chorei....