Os filhos dos meus filhos não saberão do meu sogro.
Talvez uma palavra aqui, uma foto acolá, mas pouco saberão, pouco quererão saber e pouco terão tempo para o passado, pois haverá uma vida para viver.
E é isso. Nossa eternidade é efêmera ( sounds contraditório).
Essa é a dura verdade, andamos nessa vida, cheios de preocupações, agitados e um dia ela acaba, PUF!!!
E a vida dos outros, por muito que nos ame, por muito que doa, segue.
Há comida para fazer, há luz por apagar, a roupa que está na máquina precisa ser estendida, as contas continuam a cair... Dá a impressão que estamos num carrossel, entendemos a notícia, mas o carrossel continua girando, pensamos sobre o assunto, mas o carrossel segue, estamos nele, não dá para parar.
Em poucos meses é o segundo colega de trabalho que deixa essa vida, de maneira brusca, inesperada, e apesar do susto, apesar da tristeza, o carrossel gira, há encomendas, há bancos, há pedidos, o telefone toca... nós feitos formigas, programadas seguimos e nunca mais vamos vê-los.Acabou.
É assim de simples. Só temos mesmo de aproveitar o que nos resta. O carrossel continua a girar...
segunda-feira, 25 de novembro de 2019
terça-feira, 5 de novembro de 2019
Halloween 2019
Mais um Halloween, e acho mesmo que essa é a data que eles mais curtem celebrar...
Mistura um pouco de tudo aquilo que eles gostam, medo, fantasia, doces, bagunça com os amigos...
Já falei muitas vezes sobre essa nova moda e acredito que daqui alguns anos já será uma tradição!
Esse ano o Gui quis ir de Bendy... não me perguntem quem é o Bendy, porque eu só sei a figura dele, o que ele faz, eu não sei!
Fazer o fato foi muito simples, apenas comprei dois pedaços de feltro, no chinês, um preto e outro branco, e voilà , fiz uma máscara! A roupa toda preta (inclusive o Él Corte Inglés já tem blusa preta, mesmo numa sessão de Halloween), acho que entre a blusa que foi uns 6 euros ( mas digo já, gostei muito da malha, e para o inverno, golas altas são as preferidas do Gui), mais as duas placas de feltro, que acho que foram 2 euros as duas, gastei 8 euros, ele usou umas leggings pretas da irmã e já havia cá em casa luvas brancas...
Depois foi a vez da Pipa, ela ( e mais 2.000.000 de meninas), é fã do Stranger Things, uma série, que também eu nunca vi. Sabia que ela queria se vestir de "Eleven", a protagonista da série...
Havia alguns outfits para eu escolher, e entre os testes e tudo mais, não consegui ver nada, nada até quarta-feira a noite, deadline. Ou inventava algo, ou a miúda iria sem fantasia...
Fui deixá-los na música e tinha 1 hora para encontrar algo... dentro do carro, debaixo de chuva vi uma das opções:
Enchi-me de coragem e pensei en ir ao Chinês comprar uma camisa amarela... no caminho avistei uma loja de roupas usadas, a "Humanas" e encontrei uma camisa de manga curta amarela!
Fiquei radiante!
Depois comprei uma caneta preta , com ponta grossa para tecidos, numa papelaria e voltei para casa, pintar a camisa!
Tinha uns elásticos pretos, que serviram de "suspensórios" e pronto!
Gastei 3 euros na camisa e 2,90 na caneta! Ela usou umas calças minhas!
Feito!
E pronto!
Foi muito divertido!
Mistura um pouco de tudo aquilo que eles gostam, medo, fantasia, doces, bagunça com os amigos...
Já falei muitas vezes sobre essa nova moda e acredito que daqui alguns anos já será uma tradição!
Esse ano o Gui quis ir de Bendy... não me perguntem quem é o Bendy, porque eu só sei a figura dele, o que ele faz, eu não sei!
Fazer o fato foi muito simples, apenas comprei dois pedaços de feltro, no chinês, um preto e outro branco, e voilà , fiz uma máscara! A roupa toda preta (inclusive o Él Corte Inglés já tem blusa preta, mesmo numa sessão de Halloween), acho que entre a blusa que foi uns 6 euros ( mas digo já, gostei muito da malha, e para o inverno, golas altas são as preferidas do Gui), mais as duas placas de feltro, que acho que foram 2 euros as duas, gastei 8 euros, ele usou umas leggings pretas da irmã e já havia cá em casa luvas brancas...
![]() |
| O "tal" do Bendy |
| Máscara em execução |
| O "meu" Bendy |
Havia alguns outfits para eu escolher, e entre os testes e tudo mais, não consegui ver nada, nada até quarta-feira a noite, deadline. Ou inventava algo, ou a miúda iria sem fantasia...
Fui deixá-los na música e tinha 1 hora para encontrar algo... dentro do carro, debaixo de chuva vi uma das opções:
![]() |
| A "tal" Eleven |
Fiquei radiante!
Depois comprei uma caneta preta , com ponta grossa para tecidos, numa papelaria e voltei para casa, pintar a camisa!
Tinha uns elásticos pretos, que serviram de "suspensórios" e pronto!
Gastei 3 euros na camisa e 2,90 na caneta! Ela usou umas calças minhas!
Feito!
| A "minha" Eleven |
Foi muito divertido!
quarta-feira, 30 de outubro de 2019
Nosso Romeu...
Nessa semana nasceu meu mais novo sobrinho, está fisicamente longe de mim, e acompanhei cada momento através das novas tecnologias. Ele é lindo, e estamos todos apaixonados.
É sempre uma alegria ver nascer mais uma esperança de vida, mais um pote, prontinho para ser inundado de todo o amor da família!
E cada vez que alguém nasce é inevitável que me venha à memória o poema de João Cabral de Melo Neto, "Morte e Vida Severina".
Embora as circunstâncias do nascimento do meu sobrinho sejam muito diferentes da criança da história é no momento do nascimento, na alegria que gera a chegada, nesse pequeno instante, nesse milagre, nesse momento único, da saída do corpo mãe para o mundo, que encontramos alguma coincidência, algum ponto em comum...
Essa última parte do poema ( spoiler!!!) é das coisas mais linda que eu já li, por isso partilho:
É sempre uma alegria ver nascer mais uma esperança de vida, mais um pote, prontinho para ser inundado de todo o amor da família!
E cada vez que alguém nasce é inevitável que me venha à memória o poema de João Cabral de Melo Neto, "Morte e Vida Severina".
Embora as circunstâncias do nascimento do meu sobrinho sejam muito diferentes da criança da história é no momento do nascimento, na alegria que gera a chegada, nesse pequeno instante, nesse milagre, nesse momento único, da saída do corpo mãe para o mundo, que encontramos alguma coincidência, algum ponto em comum...
Essa última parte do poema ( spoiler!!!) é das coisas mais linda que eu já li, por isso partilho:
E não há melhor resposta que o espetáculo da vida: vê-la desfiar seu fio, que também se chama vida, ver a fábrica que ela mesma, teimosamente, se fabrica, vê-la brotar como há pouco em nova vida explodida; mesmo quando é assim pequena a explosão, como a ocorrida; mesmo quando é uma explosão como a de há pouco, franzina; mesmo quando é a explosão de uma vida severina.
Fonte: https://www.passeiweb.com/estudos/livros/morte_e_vida_severina
Fonte: https://www.passeiweb.com/estudos/livros/morte_e_vida_severina
"E não há melhor resposta
que o espetáculo da vida:
vê-la desfiar o seu fio,
que também se chama vida,
ver a fábrica que ela mesma
teimosamente, se fabrica,
vê-la brotá-la como há pouco
em nova vida explodida;
mesmo quando é assim pequena
a explosão, como a ocorrida;
mesmo como quando é uma
explosão como a pouco, franzina,
mesmo quando é a explosão
de uma vida severina"
segunda-feira, 28 de outubro de 2019
Crónicas do mal de amor
Mais uma vez, a Elena Ferrante deixando-me sobressaltada!
Já falei da tetralogia aqui e aqui.
E ontem terminei mais um livro, na verdade três contos.
O Primeiro "Um Estranho Amor", não conseguir terminar, acompanhar, digerir, muito frenético, muito confuso (obviamente para mim), muito estranho, não consegui... talvez em outro momento da minha vida...
O Segundo "Dias de Abandono", maravilhoso. Acho que a autora tem uma capacidade de encontrar títulos, que, depois do livro lido, faz um sentido enorme! É isso, uma imersão profunda num corte, numa dor, é cair num poço e depois submergir.É entrar num "Trem Fantasma" e depois sair.Foi entender que há coisas que tem de ser vividas a seco, engolidas, arrebenta, depois cicatriza. Maravilhoso.
Ontem, terminei o Terceiro e último conto, " A Filha Obscura" e estou a dar voltas e voltas na minha cabeça, tentando entender o fim. A leitura foi maravilhosa, adorei, fiquei colada, mas o fim deixou-me baralhada.
Li aqui e ali, sobre a verdade, a crueldade com que a autora fala sobre a maternidade... sobre nos perdermos nisso de ser mães...
Pois eu acho que se calhar sou pouco profunda, ou resignada, não sei.
A maternidade é dura, é dedicação, mas depois que tive meus filhos, sempre lutei para, dentro de um certo limite, manter minha identidade e os meus desejos, mas sempre soube que a Maria Eugênia de antes deixaria de existir, ou melhor, se transformou. Mesmo porque não os sinto como outras pessoas, mas sim, extensões de mim, não por eles, por mim. Dedicar-me a eles é dedicar-me a mim... toda a minha existência está conectada na deles, como se eles fossem um órgão vital do meu corpo, não há um começo e um fim, é um circuito, depois de tê-los passou a ser assim, a felicidade deles é a minha, assim como a dor, o medo, a angustia, a realização. E não que eu seja uma mãe dedicada, eu só estou mesmo a cuidar de mim, da minha pessoa instalada naquelas pessoas... naquelas duas gentes, que também sou eu, por isso a maternidade, depois de concretizada, nunca foi escolha, depois de existirem ficou assim, uma inevitabilidade.Da qual eu reclamo muito, mas adoro...
Já falei da tetralogia aqui e aqui.
E ontem terminei mais um livro, na verdade três contos.
O Primeiro "Um Estranho Amor", não conseguir terminar, acompanhar, digerir, muito frenético, muito confuso (obviamente para mim), muito estranho, não consegui... talvez em outro momento da minha vida...
O Segundo "Dias de Abandono", maravilhoso. Acho que a autora tem uma capacidade de encontrar títulos, que, depois do livro lido, faz um sentido enorme! É isso, uma imersão profunda num corte, numa dor, é cair num poço e depois submergir.É entrar num "Trem Fantasma" e depois sair.Foi entender que há coisas que tem de ser vividas a seco, engolidas, arrebenta, depois cicatriza. Maravilhoso.
Ontem, terminei o Terceiro e último conto, " A Filha Obscura" e estou a dar voltas e voltas na minha cabeça, tentando entender o fim. A leitura foi maravilhosa, adorei, fiquei colada, mas o fim deixou-me baralhada.
Li aqui e ali, sobre a verdade, a crueldade com que a autora fala sobre a maternidade... sobre nos perdermos nisso de ser mães...
Pois eu acho que se calhar sou pouco profunda, ou resignada, não sei.
A maternidade é dura, é dedicação, mas depois que tive meus filhos, sempre lutei para, dentro de um certo limite, manter minha identidade e os meus desejos, mas sempre soube que a Maria Eugênia de antes deixaria de existir, ou melhor, se transformou. Mesmo porque não os sinto como outras pessoas, mas sim, extensões de mim, não por eles, por mim. Dedicar-me a eles é dedicar-me a mim... toda a minha existência está conectada na deles, como se eles fossem um órgão vital do meu corpo, não há um começo e um fim, é um circuito, depois de tê-los passou a ser assim, a felicidade deles é a minha, assim como a dor, o medo, a angustia, a realização. E não que eu seja uma mãe dedicada, eu só estou mesmo a cuidar de mim, da minha pessoa instalada naquelas pessoas... naquelas duas gentes, que também sou eu, por isso a maternidade, depois de concretizada, nunca foi escolha, depois de existirem ficou assim, uma inevitabilidade.Da qual eu reclamo muito, mas adoro...
terça-feira, 22 de outubro de 2019
Thanks. But No Thanks
Hoje vi no bendito facebook uma senhora a reclamar que não consegue contratar uma empregada doméstica.
Segundo essa senhora, depois de "perder o seu tempo" a entrevistá-la, a candidata refutou a oportunidade de trabalho.
A contratante não compreende como é possível que com uma oportunidade de ganhar acima da média ( segundo ela, o salário seria "suberbo"- soberbo) e todas as condições de trabalho magníficas... Daí ela conclui: "essa gente" não quer é trabalhar.
Eu acho no mínimo estranho que não passe pela cabeça da senhora que talvez, talvez, aquilo que ela propõe não seja adequado a pessoa que está a procura de emprego... Se calhar aquilo que ela acha que é ótimo, para a outra pessoa não seja, talvez não seja nem razoável, e isso não faça dela automaticamente "uma gente que não quer trabalhar".
Talvez a pessoa que procura emprego também possa ser uma grande de uma exigente, ou talvez, alguém que vá a entrevistas por ir, mas que não tenha vontade de trabalhar...
Há muitas hipóteses, mas o meu ponto aqui é o seguinte, eu acredito que o negócio só é bom, se for para as duas partes, se as pessoas estão em sintonia...
Essa mania que as pessoas que empregam tem de achar que estão a fazer uma grande caridade em contratar e que a pessoa que precisa do emprego "só tem que aceitar" é no mínimo antiquada e pouco eficiente.
Acho bom que ainda haja certos trabalhos com fartura, em que a pessoa possa escolher, possa aceitar ou não uma vaga, em consciência, e não por desespero de causa.
E como em todas as relações, as pessoas se adaptam!
Sendo também bastante preconceituosa na minha afirmação, sem conhecer a pessoa que quer contratar, apenas ao ler o texto dela, se fosse eu a ser entrevistada, e se eu tivesse opção, também agradeceria, mas recusaria a proposta ( assim, a partida).
Segundo essa senhora, depois de "perder o seu tempo" a entrevistá-la, a candidata refutou a oportunidade de trabalho.
A contratante não compreende como é possível que com uma oportunidade de ganhar acima da média ( segundo ela, o salário seria "suberbo"- soberbo) e todas as condições de trabalho magníficas... Daí ela conclui: "essa gente" não quer é trabalhar.
Eu acho no mínimo estranho que não passe pela cabeça da senhora que talvez, talvez, aquilo que ela propõe não seja adequado a pessoa que está a procura de emprego... Se calhar aquilo que ela acha que é ótimo, para a outra pessoa não seja, talvez não seja nem razoável, e isso não faça dela automaticamente "uma gente que não quer trabalhar".
Talvez a pessoa que procura emprego também possa ser uma grande de uma exigente, ou talvez, alguém que vá a entrevistas por ir, mas que não tenha vontade de trabalhar...
Há muitas hipóteses, mas o meu ponto aqui é o seguinte, eu acredito que o negócio só é bom, se for para as duas partes, se as pessoas estão em sintonia...
Essa mania que as pessoas que empregam tem de achar que estão a fazer uma grande caridade em contratar e que a pessoa que precisa do emprego "só tem que aceitar" é no mínimo antiquada e pouco eficiente.
Acho bom que ainda haja certos trabalhos com fartura, em que a pessoa possa escolher, possa aceitar ou não uma vaga, em consciência, e não por desespero de causa.
E como em todas as relações, as pessoas se adaptam!
Sendo também bastante preconceituosa na minha afirmação, sem conhecer a pessoa que quer contratar, apenas ao ler o texto dela, se fosse eu a ser entrevistada, e se eu tivesse opção, também agradeceria, mas recusaria a proposta ( assim, a partida).
quinta-feira, 17 de outubro de 2019
Eu e as festas de anos dos meus filhos...
No Brasil, a comemoração das festas de aniversário, são, na grande maioria das vezes, uma grande comemoração, claro que cada um com aquilo que pode, mas nota-se sempre uma grande esforço para fazer o máximo possível.
Eu, embora cada ano prometa a mim mesma : "essa será a última festa", nunca cumpro. Sempre acabo por fazer festinhas para os meus filhos, que se pensasse bem, se tivesse amor ao dinheiro, não faria...
São festas simples, mas na proporção daquilo que eu ganho são gigantes... Enfim, estão pagas e resolvidas, mas pronto, "mais vale um gosto do que dinheiro no bolso", e os ditos populares são muito válidos, principalmente quando queremos nos justificar para nós mesmos!
Para comemorar os 11 anos da Pipa, fiz uma festa com o tema "disco"!
Fizemos num café/restaurante que tem um espaço ideal para o efeito, o Pessa Café, e contratei o trabalho da DiskFun, para colocar as luzes e o som! Tanto o trabalho do Pessa, como o do Diskfun, foi impecável.
Como a festinha decorreu no fim da tarde, houve ainda no final, lugar para um hambúrguer! Correu lindamente!
Nos anos do Gui decidi fazer no Pavilhão do Conhecimento, e mais uma vez, só tenho a agradecer a organização.
Impecável! Correu lindamente!
Optei pela festa noturna, em que a festa decorre depois de acabar as actividades no pavilhão, e ficamos apenas nós (pais), monitores e crianças!
Foi uma diversão!
Eu fiz a comida, cachorro quente e batatas, levei pronto, numa malinha, que foi feita na Dikas Brindes e o bolo foi feito pela Gislene Borborema:
Os monitores do Pavilhão foram impecáveis, cuidadosos! A festinha decorreu muito bem e acho que todos aproveitaram...
E pronto! Esse anos acabaram-se as festinhas... Foi bom, correu bem, termino mais pobre de dinheiro, mas mais rica em recordações, em troca de carinho e em coração cheio, por celebrar mais um ano dos meus filhos!
Para o ano, hei de simplificar!!!
Logo conto!
Eu, embora cada ano prometa a mim mesma : "essa será a última festa", nunca cumpro. Sempre acabo por fazer festinhas para os meus filhos, que se pensasse bem, se tivesse amor ao dinheiro, não faria...
São festas simples, mas na proporção daquilo que eu ganho são gigantes... Enfim, estão pagas e resolvidas, mas pronto, "mais vale um gosto do que dinheiro no bolso", e os ditos populares são muito válidos, principalmente quando queremos nos justificar para nós mesmos!
Para comemorar os 11 anos da Pipa, fiz uma festa com o tema "disco"!
Fizemos num café/restaurante que tem um espaço ideal para o efeito, o Pessa Café, e contratei o trabalho da DiskFun, para colocar as luzes e o som! Tanto o trabalho do Pessa, como o do Diskfun, foi impecável.
Como a festinha decorreu no fim da tarde, houve ainda no final, lugar para um hambúrguer! Correu lindamente!
Nos anos do Gui decidi fazer no Pavilhão do Conhecimento, e mais uma vez, só tenho a agradecer a organização.
Impecável! Correu lindamente!
Optei pela festa noturna, em que a festa decorre depois de acabar as actividades no pavilhão, e ficamos apenas nós (pais), monitores e crianças!
Foi uma diversão!
Eu fiz a comida, cachorro quente e batatas, levei pronto, numa malinha, que foi feita na Dikas Brindes e o bolo foi feito pela Gislene Borborema:
Os monitores do Pavilhão foram impecáveis, cuidadosos! A festinha decorreu muito bem e acho que todos aproveitaram...
E pronto! Esse anos acabaram-se as festinhas... Foi bom, correu bem, termino mais pobre de dinheiro, mas mais rica em recordações, em troca de carinho e em coração cheio, por celebrar mais um ano dos meus filhos!
Para o ano, hei de simplificar!!!
Logo conto!
quarta-feira, 9 de outubro de 2019
Guilherme, meu menino amado!
E pronto, mais uma vez repito a ladainha:
Passou a voar!
Onde foram parar esses oito anos que eu nem vi passar?
Nem acredito que voou dessa forma!
etc... etc...
A verdade é que, como 99% das mães, sinto uma grande emoção em ver meu filho crescer, errar, acertar, calibrar-se para se posicionar nesse mundo.
Cada dia uma novidade, cada dia uma mudança, uma aprendizagem! Que privilégio ser mão desse menino maluquinho, que já tem um bom coração e que continuará a se desenvolver nesse sentido!
Que privilégio ser a tua mãe, Guigo, meu fofinho, meu amor!
Que venham muitos, muitos mais, e que eu possa ser e estar por você até o fim da minha vida!
Passou a voar!
Onde foram parar esses oito anos que eu nem vi passar?
Nem acredito que voou dessa forma!
etc... etc...
A verdade é que, como 99% das mães, sinto uma grande emoção em ver meu filho crescer, errar, acertar, calibrar-se para se posicionar nesse mundo.
Cada dia uma novidade, cada dia uma mudança, uma aprendizagem! Que privilégio ser mão desse menino maluquinho, que já tem um bom coração e que continuará a se desenvolver nesse sentido!
Que privilégio ser a tua mãe, Guigo, meu fofinho, meu amor!
Que venham muitos, muitos mais, e que eu possa ser e estar por você até o fim da minha vida!
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