Por exemplo, eu conhecer o J.
Eu o conheci em Pricenton, onde eu fui no ano de 2000 ser Au-pair . Nesse programa, o Au-pair in america, que participei, eu estava apta para ir para qualquer lugar dos EUA, fui parar lá, em Pricenton, onde estava o J. E hoje existe um Gui e uma Pipa... e tudo foi assim.
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| Pricenton |
Será que a gente vem a essa vida com um objetivo, uma missão a cumprir, ou somos apenas animais a viver uma vida?
Ontem assisti um pedacinho da Anatomia de Grey ( antes de cair para o lado e dormir), onde havia um paciente prestes a fazer uma cirurgia, e o seu companheiro ( era um casal gay), estava ao seu lado a segurar a sua mão... Eles eram senhores na casa dos 60 anos e surge a seguinte discussão:
Senhor 1: Sabe, o destino nos uniu, pois eu depois de 30 anos de casamento, fiz essa viagem até São Francisco e lhe conheci e deixei tudo para estar contigo. Se não fosse essa viagem, nós nunca nos teríamos conhecido... foi o destino....
Senhor 2: Que merda de destino é essa que faz com que você tenha um casamento de 30 anos infeliz, e eu estivesse sozinho todos esses anos e só agora no final das nossas vidas é que nos coloca em contato? Se estivessemos destinados um para o outro porque demorou tanto para que isso se cumprisse? Você e sua mania de destinos!!!
E eu tive esse último pensamento antes de desmaiar de sono: Se calhar a gente fica tentando achar uma razão para tudo, uma mágica, um sentimento esotérico para tudo que nos rodeia, mas na verdade não há nada disso. A vida é feita mesmo de circunstâncias, coincidências, oportunidades, sorte e acasos.
As vezes inventamos isso para nos ajudar a aceitar a morte, a saudade, a falta de sorte, as distâncias, os amores não correspondidos e tudo aquilo que não ¨encaixa¨ com nossos sonhos...
Qual destino, qual carapuça!

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