quinta-feira, 21 de março de 2013

Tão em vão!

Esses dias estava pensando qual seria o melhor sentido figurado para explicar o meu trabalho de arrumar os brinquedos aqui em casa...
Achei um exemplo que acho que explica bem... Imagina estar em um barquinho, no meio do mar, e esse barquinho tem um furo, não muito grande, mas que faz com que a água não pare de entrar no dito barco... E eu estou no mesmo barquinho, com uma caneca, e a utilizo para tirar a água que entra . Faço com movimentos rápido e incessantes...mas é tudo em vão. Por muito que eu me esforce, sempre tem água no barco....
É assim. Fui brindada com um filho que, ¨para se sentir confortável¨ tem que tirar todos os brinquedos das suas caixas e espalhar, bem espalhadinho e depois não brincar com nenhum.
E ele tem requintes de destruição. Por exemplo, abre uma caixa de peças de madeira, joga tudo no chão, daí deita em cima delas, de bruços, e faz movimentos de natação, de maneira que tudo se espalhe bem. Uma loucura.
Eu juro, assim fica minha sala em mais ou menos 10 minutos depois de soltar o Gui lá dentro:

 É a vida!


1 comentário:

  1. hmmm acho que acontece algo semelhante aqui em casa... nao sei porque...sera mal de meninos sapecas?? hehehe

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