quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A difícil arte de envelhecer!

Hoje eu estava falando com uma amiga no facebook, e, como ela é uma amiga de infância, estavamos falando do quanto estamos envelhecendo. Acho que depois dos 35 é que tudo começa mudar... e para pior ( fisicamente falando).
Ela me disse que tirou uma foto da mão ( esqueci de perguntar a razão disso) e que ela viu na foto que a mão dela parecia mais velha...  e me aconselhou fazer o mesmo, mas eu declinei essa idéia. Não preciso comprovar os meus sinais do tempo, eles estão aqui, no corpo todo. E não é legal.
Começo a sentir dores, nas costas, nos ombros... fico cansada mais depressa. Imaginar ¨uma balada¨ me dói até a alma.
Acho que o que colaborou para acelerar a minha decadência física foi ser mãe muito tarde ( 35 na 1ª, 38 no 2º), e a  minha ¨pedalada¨ para enfrentar noites mal-dormidas, levantar pesos, correr, carregar coisas NÃO É DEFINITIVAMENTE IGUAL.
Me olho no espelho e vejo uma mulher muuuuuito cansada, com marcas do tempo. Aquela frescura da juventude, aquele brilho nos olhos, aquele  ¨ ar animado¨ me deixou.
Até o corpo, que antes parecia mais resistente aos abusos gastronômicos já desistiu. E a barriguinha começa a saltar, a celulite, já companheira de tantos anos, aumenta de uma forma exponencial.
É uma merda, desculpem o termo, mas esse é o mais exato.
Sinto que tudo tem passado tão rápido e o tempo vai me atropelando e deixando suas marcas ( não só no sentido figurado).
Mas tudo bem, a vida é mesmo assim. Mas não posso reclamar de tudo, já tive meus dias de glória, em que eu me arrumava, olhava no espelho e sentia que sim, que estava bonita ( tem gente que nunca se sentiu bonita, nunca).
Hoje já não almejo a beleza, mas será que essa droga dessa dor no ombro poderia me deixar em paz?
NÃO BASTA ENVELHECER, TEM QUE SENTIR DOR TAMBÉM? Oh! raios!

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