terça-feira, 14 de abril de 2015

Autoestima e bom senso, se faz favor!

Outro dia falava com alguém sobre a ¨autoestima¨, falávamos de outra pessoa, que tinha um graaaande autoestima, que fazia com que sua visão a respeito de si mesmo fosse... vamos lá, exageradamente boa em relação à realidade.
Minha amiga acreditava que era bom, que era bom se sentir assim, tão bem consigo mesma.
Eu discordo. Prefiro aceitar meus defeitos, viver bem com eles, mas reconhecê-los, ter noção.
Obviamente há diferentes gostos. Obviamente a beleza varia de pessoa para pessoa, mas há um meio termo onde as coisas se esclarecem.
Explico:  no caso tratavasse de uma senhora bastante gorda. E quando digo gorda é porque não é ¨um pouco acima do peso¨, não é ¨cheinha¨, não é¨ gordinha¨,  não tinha ¨uma barriguinha¨, não é ¨alguém que perdendo uns 8 quilos ia lá¨, era gorda, para aí uns 30 quilos a mais do que deveria ter.
Essa pessoa conta que não tinha nenhum problema em atravessar a rua em biquini para ir ao ginásio, ou para entrar no carro e zarpar para praia.
Minha amiga achou que era ótimo ser assim. Eu não. Não acho que a pessoa precisa ter complexos, ou se sentir infeliz, nada disso. Mas acho que a exposição excessiva é desnecessária, não ajuda a valorizar o que se tem de melhor. Ela, a pessoa que anda de biquini, tem um rosto lindo, mas de biquini, no meio da avenida e estando muito fora de forma faz com que o rosto nem seja visto, ninguém nem enxerga o rosto.
É como eu acho. Aceitando nossos defeitos conseguimos trabalhar melhor com eles, conseguimos perceber o que exibir e o que disfaçar...
Mas é só minha opinião, que vale o que vale...

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