sábado, 31 de março de 2012

Implicância #2 Programas de decoração

Pelo amor da Santa! Esses programas de decoração às vezes me deixam irritada!
Alguém realmente acha viável as decorações propostas?
Se acham, por favor tirem algumas dúvidas: quando fazem a remodelação num quintal fico sem saber em que lugar do planeta que foi feita a decoração, no paraíso onde nunca chove? Onde o sol é tão porreiro que não queima os tecidos? Onde o vento é tão suave que não leva tudo com ele? Por amor...
 E aquelas velinhas combinando no chão, dentro de vidros...fica sim muito bonito, sem dúvida, mas como manter? E pergunto durante dois dias, nem precisa ser durante anos!
O que adianta vir um decorador e remodelar todo o espaço de uma maneira maravilhosa mas ser completamente impossível manter aquela aparência por mais de algumas horas...Acho que só dá durante o tempo que estão gravando o programa, depois um ventinho e bye bye velinhas decorativas...
Depois me pergunto, para onde vão as COISAS? Hein? Hã?
Então a equipe  chega lá a casa , tira tudo, ajeita e fica lindo, mas não vejo nada de volta, livros, cd , dvd , brinquedos, enfeites que lá haviam... enfim, se eu mandar fora tudo o que não for decorativo cá em casa o aspecto mudaria para melhor radicalmente!
 MAS ONDE FICARAM AS COISAS? Jogam tudo fora?
E por último, muitas vezes o  tipo da decoração não se coaduna com a pessoa... Entram em uma casa simples de uma pessoa simples, e fazem uma decoração super arrojada, moderna, com cores da moda... Eu, euzinha acho que fica tão artificial, tão obviamente decorado por outrém... Eu gosto de casa com alma e tradução da pessoa que ali vive, por isso apesar de achar o ambiente bonito por si, não gosto de imaginar a velhinha vivendo ali, com todas aquelas cores ¨quentes¨, relógios gigantes, espelhos enormes, velas ...
Enfim...Mas o programa distrai e entretem... ficam aqui alguns exemplos:




quinta-feira, 29 de março de 2012

Seis meses que voaram!

Ai... vou voltar a trabalhar ( fora de casa) e a vontade é tão pouca...
Foram 5 meses de licença maternidade e agora estou usufruindo dos meus últimos dias de férias acumuladas do ano anterior...
MEDO. Tenho medo pois o trabalho agora será diferente, vou trabalhar com a divulgação dos livros nas universidades.Ai, não sei se conseguirei fazer isso... não sei. E olha, que preguiça. Eu sei são poucas horas diárias, mas ai... deixar o Guizinho, ter que sair todos os dias...ai.
Pronto, chega de lamento, semana que vem começo e eu não escapo! Achava que iria demorar tanto tempo para esse dia chegar... ele está já aqui!
Mas olha, às vezes vai ser bom... vamos ver!
Vou contando aqui...
Um pouco de MEDO e muita PREGUIÇA,mas vamos lá!
E claro, como todos sabemos não irei substituir, trocar o trabalho de casa pelo trabalho fora, vou acumular mais trabalho simplesmente! Já disse que tenho preguiça?




segunda-feira, 26 de março de 2012

Não bastasse o ¨por quê?¨ ...

Minha família portuguesa é muito explicadinha... meu marido explica tudo nos detalhes mais ínfimos. Tudo tem uma resposta longa, grande...
Minha filha habituou-se com isso, sempre que ela tem uma dúvida ou curiosidade o J. se desfaz em explicações e repostas. Eu tento não decepcioná-la com respostas curtas, sem vontade  e tento também fornecer informações para saciar seu eterno desejo de saber.
Mas agora ela acrescentou um complemento a fase do ¨por quê?¨ , ela também pergunta sempre: ¨Como funciona? ¨.
Parece mentira mas ela passa o dia a perguntar sobre as mais variadas coisas:- Mãe, como isso funciona?  Outro dia ela achou um terço na minha gaveta, perguntou se era um colar, eu disse que não, era um terço, era para rezar... E claro, ela saca da pergunta, como funciona? E eu lá tentei explicar...
Ela achou um livro sobre o corpo humano, no começo ela se limitava a perguntar o nome dos orgãos, agora , claro, ela  quer saber como cada um funciona, claro que eu não sei quase nada (  o livro é para adultos) e lá vou inventando, arrumando respostas...
Outro dia, folheando o dito livro ela encontra a bendita página do aparelho reprodutor, vê uma foto de espermatozóides, e vem com o livro, já pronta para as perguntas:
- Mãe, que é isto
- São peixinhos filha!
- Tem peixinhos na barriga?
-Sim filha
- Como funciona?
- Eles ficam lá, nadando...
 -Ah...
 Falta de pedagogia, não é? Mas falar de espermatozóides com uma menininha que nem tem quatro anos ainda é muuuuito pra minha cabeça!!!






quinta-feira, 22 de março de 2012

Coisas que eu amo # 1- Malinhas

Amo comprar malinhas para Pipa... tem uma mais linda que a outra e sempre servem para juntar mais tralha...Amo de paixão!!!

Sô chique béem!

Só pra matar alguém de inveja, chegou meu ferro de passar roupas novo!!!
Amei... com caldeira e tudo, desde ontem estou a passar a roupa acumulda, fiquei sem ferro 1 semana e meia, e tudo se empilhou...
Mas com meu novo amiguinho, já está tudo ( mal) passado, dentro de seu respectivo armário...
Sô chique béem! e olha, a caldeira fica no chão...CHIQUETÉRRIMO!!!

quarta-feira, 21 de março de 2012

Keep it simple!

Muitas vezes uma idéia bem simples agrada bastante.
Dia 19 de março é o dia dos pais aqui em Portugal, nós nunca comemoramos nada dessas datas aqui em casa, mas pela Filipa, que está nas fase de curtir essas coisas, eu decidi fazer uma lembrancinha para o J..
Fui até uma casa de fotocópias, chamada Duplix, aqui pertinho de casa, e eles fizeram uma tela com uma foto das crianças... Queria uma foto do J. com as crianças, mas é quase impossível conseguir uma em que as três pessoas saiam bem, assim separei duas fotos das crianças que eu gosto bastante e olha como ficou:



O J. amou, e a Pipa ficou contente... gastei pouco e  pronto! Pra quê complicar?

domingo, 18 de março de 2012

As Serviçais

Ontem assisti o filme ¨As Serviçais¨ ( The Help), aqui em casa, depois que as crianças dormem...
Já tinha lido o livro há um ano ou coisa parecida, tinha ADORADO e também AMEI o filme...
E é daquelas coisas que nos fazem pensar... Será que existe gente assim mesmo tão má no mundo?
E por que  são assim, tão más? Como é que pode?
Mas depois me lembrei de coisas nada subtis que ouvi falar que ainda aconteciam em Limeira ( não acho que Limeira seja pior, é só aquilo que eu conheço para além daqui, é meu único ponto de referência, deve haver lugares piores e melhores, of course).
Bem, mas falando de  Limeira, e suas  ¨serviçais¨... sabe que no ano passado, quando estive na terra da laranja, eu ouvi falar de uma pessoa que obrigava a empregada a lavar as mãos para tratar dos cães dela, entenda-se que ela considerava o cão, aquele ser que lambe as partes íntimas, mais limpo que o ser humano  que tem a infelicidade de trabalhar para ela.
Soube também, de uma manicure, que tinha que usar uns dois ou três transportes para ir fazer as unhas das senhoras de um bairro considerado rico e que uma de suas clientes fazia fiado, isto é, não pagava na hora o serviço da dita manicure...A madame depois de acumular uma dívida para com a manicure, achou por bem não quitar a dívida e dispensar os  seus serviços, sem quê nem porquê.Eu imagino que o valor da dívida não daria para a madame comprar um top em uma das múltiplas boutiques limeirenses e para a a manicure o mesmo montante daria para comprar comida, ou pagar uma conta de água ou de luz...
Soube também de uma casa em que a patroa selecionou prato, copo e talheres para a empregada, e disse que ela se limitasse a usar esses itens e nenhum outro dos utensílios da família  ( sorte da empregada, eu teria nojo de usar o mesmo copo que usa essa patroa).
Enfim, coisas que me tiram a respiração por alguns segundos. Coisas que considero tão vergonhosas que nem preciso versar a respeito, os exemplos falam por si.Pessoas que eu sinceramente preferia não conhecer, aliás preferia que não existissem.
Quanta soberba!
Será que não percebem o ridículo em que vivem? Será que não há uma bendita amiga, irmã, mãe que tenha um pouco de juízo  para explicar que isso é humilhante, injusto e cruel?
Sabe o que essas ditas pessoas mereciam? Um pedaço bem grande da torta especial da Minny, não acham?









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sexta-feira, 16 de março de 2012

Arco-íris

Mãe, mãe, olha um arco-íris!
Eu olho pela janela, de fato tinha chovido...
Mãe, mãe, olha o arco-íris!
Não vejo, meu amor...
Tá aqui, olha, no CD....
Ah!

quarta-feira, 14 de março de 2012

Convite à premiação!

Aos poucos ( mas bons) leitores deste bloguezinho hoje farei um convite... Estão todos convidados a vir celebrar comigo a premiação do meu filho, Guilherme Drumond Cruz da Silva, como o bebê MAIS CHATO do universo inteiro e arredores....
Estou arrasada com o gênio deste pequeno menino. É muito chato, só quer colo, durante o dia só faz sonecas de 15, 20 minutos. Berra que se farta. Sem parar! Uma coisinha tenebrosa.
Fica contente quando saímos à rua, passear é com ele mesmo!
Cansa hein? Putz, já disse que ele me deixa arrasada?
Mas é fofinho que se farta. Cheira tão bem e ri muito, pra toda gente.
Agora está ficando gordinho, e tem aquela pele gostosa, macia, cheinha de gordurinhas. Às vezes gargalha, principalmente no banho...
Tenho vontade de mordê-lo, esmagá-lo, estrafegâ-lo, mas de amor, comer como um sanduíche, nhac, nhac,nhac.
Mas cansa viu.Cansa.
Quando ele está cansado ele berra.Alto. Agudo. Começa cair a tarde e a D. Birra chega aqui em casa, até as nove da noite é enlouquecedor.Até a Pipa põe as mãos no ouvido e diz pra mim ¨ Mãe, dá a maminha pra ele, dá mãe¨
Enfim...
¨Rapadura é doce, mas não é mole não¨

sábado, 10 de março de 2012

Meu maior desejo

Et voilà! Meu Gui já fez 5 meses... incrível como voou.
Com a Pipa, talvez por ser a primeira, eu estava mais focada e achei que esses primeiros meses passaram mais devagar, deu para curtir mais. Com o Gui parece que eu pisquei os olhos e de repente tenho um rapazinho de 5 meses.
E é estranho vê-los crescer e se transformar em alguma coisa que vai deixando de me pertencer.
Explico: imaginar que eles foram gerados na minha barriga e durante 39 semanas fizeram literalmente parte do meu ser, depois saem do meu corpo mas estão sempre coladinhos a mim, e vão crescendo e descolando gradualmente primeiro no plano físico, mas com o tempo vão criando um mundo deles, particular, em que eu faço parte,mas já não sou tão fundamental... estranho.
Senti isso outro dia quando fui levar a Pipa à dentista. Como ela já tinha ido à duas consultas anteriormente com o pai eu não vi a como começou o relacionamento dela com a Dra, mas elas lá criaram uma conexão uma conversa , e eu estava ali, expectadora da vida da minha filha. Sentada assistindo sua interação com uma nova situação.
Foi gostoso observar. É bom vê-la crescer e se transformar em alguém, com sua própria personalidade, gostos, idéias... é como ir conhecendo a pessoa que eu estou activamente ajudando a formar.E está passando rápido demais.
E logo será com o Gui, que apesar dos seus 5 meses, ainda é uma bolinha coladinha no meu corpo.Ainda tenho mais tempo com ele até que ele comece a desbravar esse mundo.
Se eu pudesse fazer um pedido o meu maior desejo seria viver muito para continuar assistindo esse espetáculo que é vê-los crescer. E queria estar sempre perto deles e sim, dedicar minha vida a essas futuras pessoas, sem pressa. Queria ter discernimento para acertar, saber defendê-los quando fosse preciso, conseguir mostrar seus erros para que fossem melhores e nunca, nunca perder a fé nessas pessoas.Acreditar sempre que elas podem ser, fazer, aprender.
Gostaria de saber estar com eles, com a mesma fé, força e amor, em todos os momentos, não só quando tudo corre bem, mas principalmente quando as coisas não saem do jeito que a gente sonhou.
Mas pronto, esse  é apenas um desejo. E pedir para acertar enquanto mãe não é pedir pouco .


quinta-feira, 8 de março de 2012

Fantasmas- final da saga!

Era um vazamento na banheira da vizinha do andar de cima. Já foi arrumado e me sinto mais aliviada.Conseguimos resolver o problema antes do teto ficar estragado.Ufa!!!


quarta-feira, 7 de março de 2012

Pão de azeitonas

Essa posso dizer que é a minha receita de sucesso, claro que não é minha, tirei de uma revista há anos, e sempre que eu faço sou muito elogiada...
Aqui vai então a receitinha:

Ingredientes:

4 chávenas de farinha de trigo;
1 chávena de água morna;
1 colher de sopa de açúcar;
30 g de fermento biológico fresco;
1 chávena de azeite;
150 g de azeitona preta picada;
150 g de azeitona verde;
2 colheres sopa de orégano;
1 gema para pincelar

Modo de fazer:

Esmigalhe o fermento e misture com a água morna até dissolver completamente. Junte o açúcar, o sal e uma chávena de trigo,misture bem.
Deixe crescer por meia hora, coberto com um pano.

Depois, adicione o azeite em fio, mexendo sempre com uma colher. Adicione o restante da farinha até obter uma massa firme que não pegue na mão.

Divida a massa em três porções iguais, abra a massa com auxílio de um rolo, e distribua por igual a mistura das  azeitonas com o orégano previamente preparada, enrole como uma torta cada parte e depois modele uma trança.




 Coloque em uma assadeira untada, cubra com um pano e deixe crescer por mais meia hora. Em seguida pincele com a gema ligeiramente batida e leve ao forno médio até dourar


Pronto, é fácil,né?

 Obs- nas fotos estão duas tranças, fiz a mesma medida mas com duas tranças menores, é uma questão de gosto, há quem goste deste pão com a massa bem cozida, faz-se então duas, há quem goste do pão mal cozido, faz-se uma única trança e ele assim não assa tão bem no interior... 

terça-feira, 6 de março de 2012

Os fantasmas continuam...

Água de novo na nossa casa de banho... ainda não ficou claro, seguramente é da vizinha de cima, mas onde exatamente???
Ai, ai... tão irritante...

Quando alguém se vai...

Esses dias soube do falecimento de uma pessoa mais ou menos da minha idade, lá da minha cidade.
Isso me chocou, como deve ter chocado a toda gente lá da minha cidade.
Estranho demais. Eu estava a ver o facebook, e vi umas coisas escritas aqui e ali, daquele tipo ¨saudades amigo¨, mas não relacionei o nome à pessoa.
Estava aqui no sofá, depois que as crianças dormem, com o computador no colo, pondo a fofoca em dia através do face... Quando me interei de quem tinha morrido imediatamente me deu um pranto tão sentido. Olhei para as pessoas que estavam on-line, o primeiro amigo que vi ( lá da minha cidade) perguntei-lhe. E sim, era a pessoa que eu estava pensando.E doeu, foi estranho. O J. quis saber quem era, mas eu respondi que nem mesmo eu conhecia muito bem, era uma pessoa conhecida, que frequentava os mesmos lugares que eu, que já namorou algumas amigas minhas, mas que provalvelmente nunca nem conversei. Só sabia que existia, e nem opinião formada tinha dele.Mesmo. Não vou escrever aqui coisas que não são verdade, não conhecia.
Mas senti muito, por pura empatia, por me colocar no lugar dele e pensar que ainda somos tão jovens para partir. Por me colocar no lugar da esposa dele e sentir essa falta que um companheiro faz. Por imaginar minha filha sem o seu pai tão querido e amado. Sobretudo por pensar na mãe dele e imaginar uma mãe a perder um filho, sempre uma coisa que não se explica, não se entende.A gente olha para os nossos e dá vontade de colocá-los dentro da barriga de novo, e proteger de tudo.Ou nos proteger .
Chorei também por medo. quando uma coisa como essa acontece com alguém que a gente conhece torna-se tão mais real, tão verdadeiro que até sufoca por alguns instantes.
Muita pena, por tudo e todos.

segunda-feira, 5 de março de 2012

quinta-feira, 1 de março de 2012

Cheek to Cheek

Outro dia fui à casa de uma amiga e fiquei admirada com a arrumação.
Tudo em ordem, limpinho, arrumadinho.
Uma casa grande, arejada, clean.Adorei por uns instantes... depois comecei olhar a volta e não havia nada ali que demonstrasse o estilo da família. Não havia livros, não havia filmes, não havia nem sequer brinquedos...E toda a decoração, de bom gosto, mas do IKEA, o que significa que vemos na casa de todos algumas das peças, não senti nada original ali, algo que pudesse simbolizar o gosto das pessoas que habitam aquela casa.
Depois comecei a pensar nessa amiga, depois de tantos anos de amizade eu não sei dizer um prato que ela goste, uma música que seja seu estilo, nada, nada. Clean.
Analisei e vi que nossas conversas sempre foram coisas práticas:  onde comprar o que, como consertar alguma coisa, como limpar alguma coisa, que remédio dar ao filho quando algo acontece.
Só isso.
E olha, gosto dela, gostei da casa dela. Dito isso, pensei que pra mim a vida tem que ser tão, tão mais. Tão mais do que só trabalhar, limpar, arrumar e descansar. Tem que ter muito do que eu gosto, tem que ter livro, filme, brinquedos e coisas ( sim aquelas que eu reclamo tanto de não saber onde por).
Gosto de tantas coisas que não dá tempo de curtir tudo, gosto de tanta coisa que não há dinheiro pra comprar tudo, gosto de tanta coisa que não há espaço pra arrumar tudo. Então, todo o espaço que tenho está preenchido com coisas que eu curto e pude comprar. Cheio, desordenado, mas gosto de tudo, tudinho.
E como gosto de ver coisas, comer comidas, ouvir músicas, assistir filmes que me fazem lembrar alguém, quero também ser lembrada por coisas que eu gosto.Acho que é bom assim, partilhar experiências e gostos.Assim que a gente vai aprendendo, modificando, trocando e crescendo...
Mais uma razão para o blog. Fica aqui um registro de mim.
Uma das minhas músicas preferidas de todos os tempos:

Outra perda de tempo irresistível!

Patchwork, sim esse é um dos meus interesses que colaboram para que minha vida seja ainda mais corrida!
ADORO- não tenho jeito nenhum, mas insisto, amo até o ruído que faz quando cortamos um tecido, adoro combinar cores, adoro comprar tecidos, adoro...

Umas das primeiras feita sozinha
toalha para proteger a placa do fogão... pó
Fiz para uma linda bebê chamada Cecília
colcha do meu quarto
Para uma linda amiguinha
Almofadas para o natal
Estrelinhas para árvore de natal
Bolsa que fiz, essa foi em uma aula
Cobertorzinho para Pipa

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Olha a sacanagem

Hoje a minha benditasogra aparece aqui com essas caixinhas para mim:


e olha o que tinha dentro de cada uma:


sim, isso mesmo, macarrons da arcádia ( http://www.arcadia.pt/) e bolo de brigadeiro padaria portuguesa
( https://www.facebook.com/apadariaportuguesa). 

Plena segunda-feira, dia internacional do começo da dieta...SACANAGEM OR WHAT??????

domingo, 26 de fevereiro de 2012

A casca da banana...

Tenho uma relação amor-ódio com a comida. Acho que a maioria dos seres humanos ( principalmente a ala feminina) tem. Eu absolutamente amo o bolo antes e durante o processo de devorá-lo, depois fico enjoada e passo a odiá-lo ( não é uma questão da qualidade do bolo e sim da quantidade ingerida).
Não consigo resistir aos doces. É mesmo um vício, enquanto não como não penso em outra coisa.
Ainda mais depois que abriu uma super padaria ao lado de minha casa... Que tentação!
Eles fazem lá uns bolos maravilhosos, e os caseiros então, são minha escolha! Chocolate, limão, laranja, canela e mármore... ADORO ! Acordar e ter um bolinho desses na cozinha...ai, é o CÉU!
Agora, estando a amamentar meu pequenino, dá pra abusar bastante.Bendita amamentação!



 https://www.facebook.com/apadariaportuguesa

 Outro dia, um amigo disse uma frase que cai como uma luva para essa situação:
¨ É como ver uma casca de banana no chão, ainda há uns metros, e dizer para si mesmo, putz, vou escorregar de novo¨
Eu sei que um bolo desses, inteirinho, no espaço de um dia será demais, mas quando ele chega aqui em casa eu já lamento, e vamos lá de novo!


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

What you see is what you get !

Sábado fui à ginástica, lá estava a tocar músicas de carnaval, tipo marchinhas... Como na ginástica não estamos a falar com ninguém, só a fazer exercícios, ficamos a pensar na vida.
Claro que com as marchinhas comecei a lembrar dos carnavais no Nosso Clube. Eu ainda era bem novinha... gostava tanto daquilo.
Das festas pré-carnavalescas, do encontros antes de ir para clube e do carnaval em si. E eu aproveitava...é mesmo uma festa pagã, onde eu perdia a pouca vergonha que tinha na cara e me esbaldava! Bebia até nem poder mais, beijava todos os paqueras possíveis e imaginários, pulava, dançava, me divertia.
E ainda bem, devia até ter me preocupado menos, me preocupado menos ainda ¨com aquilo que os outros vão pensar¨.
Eu, que já estou fora de Limeira há doze anos,  e vejo de fora o sistema de vida da cidade, realmente gostava de voltar no tempo e ter ligado tão menos pra tanta coisa.Tanta coisa que não era importante, tanta gente que não era importante.
E ainda bem que consegui manter a amizade com quem  realmente me faz falta, com quem realmente acrescenta algo de bom na minha vida, na verdade há muito mais gente que eu gosto do que o contrário.
Essa distância geográfica permitiu-me uma liberdade total de visão. Vi muita coisa que não gostei de ter passado, por idiotice, por me preocupar com ¨coisas que os outros diziam, julgavam, falavam¨.
Hoje, depois de viver em outros lugares, conhecer tanta gente, com tanta diferença, de certa forma abriu-me caminho para aceitação do outro e para a total negação da preocupação com o julgamento dos demais.
Bem, talvez isso não seja por eu ter saído, talvez só por ter ficado adulta. Não sei.
Mas tudo é muito mais sincero hoje em dia. Realmente não me preocupo em aparentar mais nada.
E olha, aquelas pessoas que julgavam que eu não era boa companhia, boa o suficiente, só tenho uma frase:Vocês não sabem o que perderam, rsrsrsrsrsrs!