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sábado, 18 de outubro de 2014

sábado, 27 de setembro de 2014

Quando nosso coração derrete um pouquinho...

Voltando da viagem de férias, olho para trás e vejo meus filhos assim, sem mais nem menos, com as
mãozinhas dadas... relaxados viajando... Durante muito tempo...
É como enxergar o amor, dá para por a foto de exemplo, no dicionário, na entrada para ¨amor¨ .
Eu sei que nem sempre vai ser assim, mas espero que essa chama sempre esteja lá, no coração deles, as vezes mais ativa, as vezes mais calminha, mas sempre lá. Como eu tenho com os meus irmãos...

sábado, 13 de setembro de 2014

Return to zero...

Ontem foi uma daquelas noites que não tinha há muito, muito tempo.
O J. saiu com uns amigos, a Pipa foi dormir na avó e fiquei eu com o Gui cá em casa.
Omelete para os dois, alguns livrinhos... noite foi chegando, um pouco de tablet e Gui foi para cama.
Estava calor, não tinha sono, procuro um filme e encontro este: Return To Zero.
Conta a história de um casal que perde o bebê no final da gestação. Mostra aquela ferida que fica aberta e que dói, deve doer demais.
Fiquei aqui sentadinha, na sala escura, a fazer um exercício entre me colocar e depois fugir daquela situação.
Deve ser avassalador.
Num dado momento, surge um diálogo no filme, onde uma mulher diz àquela que perdeu o bebê, que o lado positivo dessa tragédia era que todo esse sofrimento faria dela uma mãe melhor, uma mãe que valorizaria mais o seus filhos, pois ela sabia o que era perder.
Pensei no dia do nascimento de cada um dos meus filhos, lembrei de cada um deles no formato minúsculo e no amor tão grande que eu senti imediatamente por cada um deles, como qualquer coisa que acontecesse àquele pequenino ser seria devastador na nossa vida.
Acho sim que há muitas razões para que eu não queira ter mais filhos... milhões de razões ( razões financeira, logísticas, minha idade etc...). Mas, o que considero mais difícil, é amar assim outra pessoa. É demais, dá medo, dá angústia. Já não quero ter mais pedaços de mim andando por aí... Já tenho dois e para mim já é suficiente...

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Gui, meu pequeno Homem -Aranha....

Não sei a razão, mas o Gui é apaixonado pelo Homem -Aranha.
Já faz alguns meses ( o que na vida de alguém com 33 meses é muito!) tudo na sua vidinha é o Homem- Aranha, ou ¨O Anhãnha ¨ -colo ele denomina.
Bem, estivemos no Brasil até ontem ( sim, já voltei para Lisboa!), e fomos à uma festa de aniversário, em Tietê, terra da minha mãe, onde havia uma menina a fazer pinturas, e eu, que já não podia mais com o Gui, que estava com uma birra que ia daqui até ao fim do mundo, pedi que fizesse uma pintura de Homem -Aranha, mas que, por favor, colocasse bastante detalhes, para demorar muuuito para que eu pudesse ter uns minutos de paz...
Nem imaginava que o Homem Aranha fosse ruivo, mas descobri nessa festa! Ficou engraçado, não ficou?
Rolei de rir quando fui buscá-lo!



quarta-feira, 16 de julho de 2014

A vida é uma eterna fantasia...

Depois de chegar de uma longa viagem, ainda estar com os horários trocados, encontrar uma caixa de fantasia que era do primo, cheia de coisas novas para brincar... não tem preço!


sábado, 5 de julho de 2014

Fantasias...adoro fazer!

A grande  maioria dos pais ficam de cabelo em pé quando tem que inventar uma fantasia para escola... eu gosto da idéia. Muito mais do que fazer, gosto de imaginar... Procurar idéias na internet ... e sim, eu trabalho meio período, o que me dá uma vantajosa quantidade de tempo para esses delírios-
Enfim, nesse ano a Filipa foi uma cenoura vaidosa e o Gui foi um passarinho.
Tirei a idéia da asa de passarinho desse blog:
http://www.alakazoo.com.br/blog/faca-voce-mesmo-fantasia-de-passarinho/

O chapéu do Gui foi mesmo invenção.
A fantasia de cenoura vaidosa foi mesmo imaginação minha,  e envolveu tulê, brilhos e tudo que imaginei que pudesse ser parte de uma cenoura...vaidosa.

O resultado foi esse:


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Birras...ai como me cansam!

A Pipa até aos 4 anos mais ou menos fazia muitas birras, principalmente quando íamos ao jardim.
Sempre queria o que era do outro, ou se ofendia com tudo, um saco!
Agora melhorou bastante, continua sendo uma menina ultra-sensível e acaba por amuar muito, seus problemas hoje em dia são mais existenciais, continua a me irritar algumas vezes, mas a coisa está mais controlada.
Agora o Gui começou a desabrochar fortemente no quesito ¨birrar¨. Só não me mato porque consigo me lembrar da Pipa fazendo as mesmas coisas e tenho esperança que também lhe passe.
Ele A-DO-RA-VA os trotinetes das outras crianças, pois ganhou seu troti, e brinca muito com ele, mas assim que alguém chega com um troti, ele quer o do outro, e não para de ¨birrar¨ .
Outro dia queria a bicicleta de um amiguinho, hoje, com grande sacrifício, levei a bicicleta que ele herdou da irmã... Será que ele brincou com a bicicleta dele?
Nãoooooooo, queria tudo o que não fosse dele, e eu feito uma idiota a carregar sua bicicletinha...
TANTA TANTA BIRRA!!!!!!!!!!!!!!
Mais uma vez, lembro-me que voltava assim, arrasada com a Pipa, e hoje, acho que ela é até bastante boazinha...Assim, inspiro, expiro, inspiro, expiro e peço a mim mesma para ter calma, afinal, HÁ ESPERANÇA!

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Não sou radical, também me apego.

Tenho sempre dito aqui que eu tenho um enorme prazer em me desfazer das coisas que já não usamos.
A sério. E me casei com uma pessoa que tem grande pena de dar coisas. É um tanto acumulador, e os filhos puxaram o pai no apego.
Não me lembro nunca de ter me arrependido de algo que dei, a verdade é que nem me lembro mais da ¨coisa dada¨. E, se eu não conto que vou me desfazer de algo à familia, a verdade é que nem eles percebem que ¨a coisa¨ já foi embora.
Vou a conta gotas, desfaço de uma coisinha aqui, outra ali... mas parece que não é nunca suficiente, sempre há coisas a chegar. Até tenho sacos já prontinhos no armário das crianças onde coloco as roupas e sapatos que não tem mais utilidade e tudo vai embora rapinho.
Sempre disse a mim mesma que não iria  guardar lembranças, pois estas estão no coração e na memória.
Mas descobri uma coisa que vou querer sempre perto de mim, por toda a vida.
São quatro livros que eu sempre contei as histórias para Pipa, e ela amava, e que agora são os livros preferidos do Gui também... Eles adoram, se antecipam e até a Pi, que já está tão grande, fica sempre nos rondando quando estou a contar as histórias ao Gui.
Esses livros estarão sempre com a gente, e espero poder contar essas histórias ao meus netos:

Viajar no Autocarro amarelo-  Uma sequência de crianças que vão entrando no autocarro da escola, com um ritmo e rima deliciosos. Há um autocarro de plástico que passeia entre as páginas... adorável!




 A que sabe a Lua?
Também uma sequência com animais que querem alcançar a lua.
Imagino que quase todas as crianças já imaginaram a possibilidade de subir, escalar até alcançar a lua.


 Onde está o Urso Tico?
Também uma sequência de brinquedos.
A protagonista se chama Pipa, razão pela qual eu trouxe o livro... Muito fofinho!

O Monstro das Festinhas
Lindo demais, ternurento, a ilustração é maravilhosa, a história cheia de ritmo e fofinha.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Deixar ¨quebrar a cara¨!

O Gui sempre foi uma criança bastante teimosa. Ainda mais sendo irmão da Pipa, que é super fácil de se levar, mais flexível, assim, ele se torna aos meus olhos um poço de teimosia.
O Gui é muito empírico, tem que testar, tem que ser ele a fazer, tem que provar.
Parece mentira o que eu acabo cedendo- por vezes por me faltar forças, por vezes, por nos faltar tempo... enfim, ele ousa e não sei se é por ser mais ousado, ou é mais ousado por que acabo deixando que ele ouse mais... sei lá. Ele é o segundo, agora as atenções são divididas e muitas vezes não dá para parar tudo e convencê-lo.
Ontem quando fui buscá-los a escola tivemos uma discussão nas escadas. Eu já havia aberto a porta e a Pipa já estava na calçada enquanto o Gui começou a descer as escadas, mas não contente de descer sozinho, ele decidiu ir pela lateral das escadas, onde os degraus tem o triplo do tamanho, na verdade não são degraus, são mais um ¨remate¨da escadaria... E foi tudo muito rápido, eu me virei, ele já descia, chamei a
Pipa que já ia longe e quando voltei a olhar, ele já caía, como um mergulho numa piscina de mármore vazia, de cabeça.
Eu, a segurar uma lancheira, um guarda-chuva e uma porta pesada ( a Pipa estava lá fora), soltei tudo e fui agarrar meu pequeno teimoso, que berrava sem parar, enquanto eu tremia....
Depois de  verificar que tudo estava lá, dentes, nariz e uma testa extra pensei comigo mesma:  ¨Quem sabe agora ele vai parar com essa mania! Quem sabe agora ele aprendeu?¨ .
 E hoje, analisando o ocorrido me deu um medo de de repente ter que vê-lo ¨quebrar a cara¨ vezes sem conta nessa vida. Não quero, não quero que ele sempre tenha que sofrer para aprender, mas se eu tivesse aparado aquela queda provavelmente ele tentaria de novo...Ai... dicotomias da vida!
Querer que aprenda e querer poupar o sofrimento...isso é possível?

quarta-feira, 5 de março de 2014

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Méquido

Hoje fui à escola da Pipa buscá-la para uma consulta ao dentista.
O Gui, quando me viu, percebeu que a Pipa iria e ele não, como aconteceu outras vezes, nas quais explicamos que ela iria ao médico... Assim, raciocinou e saiu com essa frase:
Pipas, vais ao méquido?

A-DO-RO !

Semana dos médicos!

Acho que a seguradora de saúde deve estar habituada com famílias como a minha... Ficamos meses sem utilizar nenhum dos serviços... quase não vamos a nenhum médico e de repente, decidimos agendar tudo!
É que sabe aquelas coisas que uma pessoa fica a pensar, mais nunca vai, e enrola, enrola... Bom, semana passada fomos 4 vezes ao médico, sendo uma delas uma pequena operação no meu Guizinho...
A segunda da sua vidinha...
A primeira foi um quisto, benigno e superficial com que ele nasceu na testa. Operou há um ano, e tudo correu muito bem. Quem fez a operação foi o Dr. Paolo Casella ( Lusíadas), e devo dizer que foi super delicado, competente, excelente médico.
Essa segunda operação se tratou de um ¨dedo em gatilho¨ , isto é, meu Gui tinha um polegar que não esticava, mas que nós não sabemos quando ficou assim. Um dia, fui buscá-lo a escola e a professora me perguntou a razão pela qual eu nunca a tinha alertado para o facto do Gui ter o dedo dobrado...Eu, que não sabia de nada ia tendo um pequeno desmaio, tadinho...
Lá marcamos uma consulta com o Dr. Cassiano Neves ( Cuf-Descobertas), um ortopedista pediátrico, que foi também para lá de excelente. Chegamos ao hospital as 8 da manhã e as 10:30 já estávamos voltando para casa. Gostei muito de toda equipe médica, simpáticos e atentos. Pronto, agora o Gui já pode pedir
Acordando da anestesia, tadinho, tão perdido!
carona e fazer joinha!
Estou literalmente ressacada de tantas consultas... O bom é que tudo correu bem! Mas por aqui pouco consegui passar!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Dar alla luce!

Domingão, J. e Pipa vão ao Oceanário... Gui dorme! E eu? O que faço? Descanso? Leio um livro?
Não...tenho essa ilusão, acho que vai dar tempo de tudo... dou uma corrida ao supermercado, depois aproveito para passar a roupa... quando estou quase a terminar o Gui já acordou... e quando estou a acabar de guardar tudo, Pipa e J. já estão de volta! Estava mais cansada do que antes deles saírem...enfim...

Mas, enquanto passava a roupa, ía assitindo um filme. Chamava-se ¨ Uma casa na Toscânia¨ , e era daqueles filmes bem tontos, exagerados, mas que serviu muito bem para passar o tempo...
A história é de uma uma mulher, americana, que compra uma casa numa pequena cidade da Toscânia e vive as diferenças culturais etc...
Bem, a dado momento ela fala uma frase que captou minha atenção, e na qual eu nunca tinha pensado.
Há um parto, e ela comenta :  Na Itália as pessoas chamam esse ato de ¨ dare alla luce¨  - e que era muito bonita essa maneira de chamar o parto.

Pipinha...

E eu pensei comigo mesma... Dar à luz... é assim que nós também dizemos...
E de repente me pareceu tão poético, tão bonito... Dar à luz.
Tão forte.Tão importante.

Um termo que me remeteu àquele momento mágico, àquele instante onde a vida explode, uma vida que já existe, mas que a vivência se inicia, aquele momento inexplicável, no qual vemos pela primeira vez o nosso filho, quando sentimos seu cheiro e ele o nosso, quando sentimos pela primeira vez o seu toque.Aquela paixão que nos invade o corpo todo e a alma também. Dar à luz... uma explosão privada e maravilhosa!
Guizinho...

domingo, 1 de dezembro de 2013

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Good Job!

Ontem estávamos aqui em casa, na sala, os quatro.
O Guizinho disse a sua maneira: ¨Mamãe, mamãe, mamãe, mamãe água¨ .
Levantei-me para ir buscar e perguntei a Pipa se ela também queria água, eis que ela respondeu:
¨ Não mãe, muito obrigada, mas não tenho sede!¨ .
Estava eu a caminho da cozinha quando ouvi a resposta, e até parei e olhei para o J. que arregalou os olhos e fez aquele gesto como quem diz: ¨Sim senhor, é isso mesmo!¨ .
É tão bom quando espontaneamente ela se lembra de agradecer. E é uma coisa que eu treino e insisto com eles, mesmo antes de começarem a falar, mas ela acaba sempre se esquecendo de dizer.
É bom saber que ao menos ela sabe que deve dizer.
É bom saber que estou conseguindo transmitir meus valores para eles.
É bom que ela seja uma menina educada.
É bom vê-la crescer e se tornar uma linda menina.
É bom acreditar que estamos fazendo um bom trabalho!



quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Halloween...2013!


Me divirto tanto com minhas crianças!
Hoje eles levaram só os chapéus à escola, mas amanhã, a Pipa e alguns amigos sairão vestidos a rigor a pedir doces na casa das pessoas ( claro que eu já combinei com as ¨pessoas¨).
Bem, estavam muito esgraçados essa manhã!

Para amanhã, comprei uma fantasia de adulto, chamada ¨Bruxa Sexy¨, por 4 euros ( nem mostrei ao J.!), fiz alguns ajustes e tenho uma roupa para Pipa- nada sexy... muito divertida!
Comprei também os baldinhos, que vão ficar cheios de gostosuras ( ainda bem que a pediatra e dentista da Pi não leem o blogue!).
Espero que seja muito divertido, as crianças estão super animadas...

E sim, eu sei que não é uma festa tipicamente portuguesa, mas Who cares?

quarta-feira, 23 de outubro de 2013