Alguém pode me responder, por favor, quando e por quê é que a mulherada brasileira esqueceu de se amar?
Bem, em primeiro lugar, não digo que são todas, nem sei se é uma maioria, o meu lamento é simplesmente baseado em informações que vou vendo aqui e ali na internet e vão me deixando chocada!
Nessa semana vi um vídeo de uma mulher que ¨mandava um recado¨ às amantes em geral. No seu discurso basicamente ela dizia que a amante estava em desvantagem na relação, pois ela só servia para prestar serviços sexuais, mas que o homem, sempre daria prioridade na vida da esposa, ficando com esta para as datas comemorativas, para as batalhas da vida, enfim, para a vida normal.
Posso estar enganada, eu posso ter visto o vídeo fora de um contexto, mas pelo amor de Deus, que raio de discurso é esse?
Se meu marido tivesse, tiver uma amante e eu descobrisse, descobrir, eu nem quero saber dela, se ela passa ou não o Natal com ele. Eu estaria preocupada em como me reestruturar para viver sem o traidor, para mudar a minha vida.
Naquele discurso parece que o grande prêmio é o homem! Quem ficar com ele é que está a lucrar!
Que mundo é esse? Porque desejar tão pouco, porque ficar com só o resto? Aturar um mentiroso, traidor, mas ficar satisfeita porque tem o ¨privilégio¨de passar o Natal, a Páscoa, o Raio que o Parta, na sua companhia? é Tão importante assim, valemos tão pouco que temos que nos resignar e ficar com migalhas?
Hoje li que uma mulher de 31 foi assassinada pelo amante, que descobriu que ela estava grávida e acho que queira que ele assumisse o filho.
Tudo errado!
Primeiro, boa coisa ele não devia ser, para passar de boa pessoa a assassino assim, de repente, custa-me acreditar. Ficar grávida, má ideia, já é difícil educar a dois, sem o apoio do pai uma dureza...
E no final perder a vida numa situação em que tudo poderia ter sido evitado... que horror!
Acaba com a vida dos pais, dos irmãos, por um amante feio, cretino... que mundo é esse?
E depois surgem comentários, a criticar a mulher, pois defendem que ela foi ser amante, agora tem que pagar o preço.
E é nesse ponto que a mulherada chegou, a disputa por um vagabundo, bunda mole mentiroso e depois assassino, chega nesse limite. Se calhar elas até o sustentavam ( a amante a e mulher)...não duvido nada.
Tenho muito medo que a minha filha não se convença que ela vale muito, que ela é extremamente importante, amada, linda, educada e que não precisa de um homem para ela se validar.
Ela não precisa de alguém que lhe dê valor, ela precisa primeiro saber o valor que tem e depois consequentemente vai saber se relacionar saudavelmente. Pelo amor de Deus... é o mínimo que se espera, não é?
quinta-feira, 27 de abril de 2017
terça-feira, 25 de abril de 2017
Qual a coisa qual é ela?
O Gui passa a vida a dizer ¨qual é a coisa, qual é ela?¨, e faz uma adivinha.
Geralmente é fácil de adivinhar, sempre é alguma coisa que está perto dele, geralmente é para aquilo que ele está a olhar...
Outro dia, quando meus pais estavam aqui, ele fez a adivinha mais lindinha...
¨ Vó, qual a coisa qual é ela, que é fofa e tem cinco anos?¨
E minha mãe riu e respondeu:
Claro que é você Gui!
Não é mesmo fofo?
Geralmente é fácil de adivinhar, sempre é alguma coisa que está perto dele, geralmente é para aquilo que ele está a olhar...
Outro dia, quando meus pais estavam aqui, ele fez a adivinha mais lindinha...
¨ Vó, qual a coisa qual é ela, que é fofa e tem cinco anos?¨
E minha mãe riu e respondeu:
Claro que é você Gui!
Não é mesmo fofo?
Mamífero...
Muitas vezes, quando o Gui está a adormecer comigo, eu fico falando coisas baixinho, no ouvido dele, com a esperança que fiquem no seu subconsciente...vou dizendo o quanto nós o amamos, quanto ele é especial e sempre pergunto se ele é feliz...
Outro dia surgiu esse diálogo:
Eu: Gui, você é feliz?
Gui: Sou mãe!
Eu: Você tem família, não é, amigos, casa, brinquedos, saúde, você tem tudo, não é?
Gui:Mãe... tenho tudo, só me falta um animal...mas assim MA- MÍ-FE- RO... peixe eu já tenho!!!
Outro dia surgiu esse diálogo:
Eu: Gui, você é feliz?
Gui: Sou mãe!
Eu: Você tem família, não é, amigos, casa, brinquedos, saúde, você tem tudo, não é?
Gui:Mãe... tenho tudo, só me falta um animal...mas assim MA- MÍ-FE- RO... peixe eu já tenho!!!
quinta-feira, 20 de abril de 2017
O Ivan
O Ivan.
O Ivan nunca foi meu grande amigo, era mais que um simples conhecido, menos que um amigo, não por nenhuma razão especial, mas porque era a realidade. Ele era o marido de uma grande amiga.
O Ivan era uma pessoa que eu conhecia pouco, mas sabia sempre dele, uma vez que estava sempre com sua esposa.
Nunca nos tornamos amigos porque... nem sei, interesses diferentes, o corre -corre da vida, vida...
Portanto não posso aqui escrever coisas profundas sobre o Ivan, porque essa é a verdade, nos víamos de quando em quando, já tomamos umas cervejas juntos, já fui à sua casa, ele já veio à minha, era divertido estarmos juntos e pronto. E passaram 12 anos...Vi seus filhos cresceram, sabia de tudo que acontecia lá em casa, sabia quando ele mudava de emprego, quando viajava... Tudo assim normal, como um amigo de um amigo...
Até que em Setembro soube da notícia fatal, ele estava com um cancro, sem cura, sem tratamento. A partir daí ele entrou nos meus pensamento constantemente. Não havia dia que não pensasse nele.
Talvez de forma egoísta, como um reflexo, como um exemplo de que ¨aquilo¨pode acontecer também comigo, com alguém perto de mim...
Como sempre acompanhei a sua vida, sem preocupação, acompanhei os últimos meses com muita atenção, tornou-se uma preocupação constante.
Somente quando a doença avançou para os dias finais, eu soube que era permitido visitá-lo no hospital, achava que não podia.
Assim, a vida me deu a chance de estar com eles, ele e a família, nos dois últimos dias. E apesar de ser uma ocasião muito dolorosa e triste, foi uma experiência muito profunda, e uma grande honra poder estar com eles num momento tão privado. Pude participar de uma despedida tão dura, psicológica e fisicamente, que de alguma maneira mudou algo cá dentro de mim.
Até então, nesses 12, 13 anos, o Ivan tinha sido uma pessoa com que eu sempre simpatizei, que eu gostava, mas de alguma maneira, distante e, de maneira involuntária, me deixou uma das experiências mais marcantes, mais profundas que já tive.
Amou e foi amado, fez imensos amigos, viveu profundamente e eu acho que mesmo com um sofrimento brutal, porque essa doença é mesmo filha da puta, conseguiu perceber que todos estavam ali com ele, até o momento final.
Descansou, acabou.
Obrigada Ivan, obrigada Gláucia, obrigada Guiga e Yoyo...Foi uma verdadeira honra poder estar com vocês e ser vossa amiga.
O Ivan nunca foi meu grande amigo, era mais que um simples conhecido, menos que um amigo, não por nenhuma razão especial, mas porque era a realidade. Ele era o marido de uma grande amiga.
O Ivan era uma pessoa que eu conhecia pouco, mas sabia sempre dele, uma vez que estava sempre com sua esposa.
Nunca nos tornamos amigos porque... nem sei, interesses diferentes, o corre -corre da vida, vida...
Portanto não posso aqui escrever coisas profundas sobre o Ivan, porque essa é a verdade, nos víamos de quando em quando, já tomamos umas cervejas juntos, já fui à sua casa, ele já veio à minha, era divertido estarmos juntos e pronto. E passaram 12 anos...Vi seus filhos cresceram, sabia de tudo que acontecia lá em casa, sabia quando ele mudava de emprego, quando viajava... Tudo assim normal, como um amigo de um amigo...
Até que em Setembro soube da notícia fatal, ele estava com um cancro, sem cura, sem tratamento. A partir daí ele entrou nos meus pensamento constantemente. Não havia dia que não pensasse nele.
Talvez de forma egoísta, como um reflexo, como um exemplo de que ¨aquilo¨pode acontecer também comigo, com alguém perto de mim...
Como sempre acompanhei a sua vida, sem preocupação, acompanhei os últimos meses com muita atenção, tornou-se uma preocupação constante.
Somente quando a doença avançou para os dias finais, eu soube que era permitido visitá-lo no hospital, achava que não podia.
Assim, a vida me deu a chance de estar com eles, ele e a família, nos dois últimos dias. E apesar de ser uma ocasião muito dolorosa e triste, foi uma experiência muito profunda, e uma grande honra poder estar com eles num momento tão privado. Pude participar de uma despedida tão dura, psicológica e fisicamente, que de alguma maneira mudou algo cá dentro de mim.
Até então, nesses 12, 13 anos, o Ivan tinha sido uma pessoa com que eu sempre simpatizei, que eu gostava, mas de alguma maneira, distante e, de maneira involuntária, me deixou uma das experiências mais marcantes, mais profundas que já tive.
Amou e foi amado, fez imensos amigos, viveu profundamente e eu acho que mesmo com um sofrimento brutal, porque essa doença é mesmo filha da puta, conseguiu perceber que todos estavam ali com ele, até o momento final.
Descansou, acabou.
Obrigada Ivan, obrigada Gláucia, obrigada Guiga e Yoyo...Foi uma verdadeira honra poder estar com vocês e ser vossa amiga.
quarta-feira, 12 de abril de 2017
Privacidade X Proteção
Ontem surgiu um debate com um grupo de amigas que já tem as filhas na adolescência...
Os meus ainda não chegaram a essa fase, portanto tudo que sei e penso é baseado na minha própria adolescência e naquilo que eu vejo da vida...
Ontem discutia-se ¨privacidade¨, claro que é um tema que pode gerar alguma polêmica. Umas acham que não devem de maneira nenhuma ver os celulares das filhas (os) , outras vasculham tudo e sentem a necessidade de estar em cima do acontecimento.
Baseada naquilo que sei até agora, eu sou da turma que acha que tem que saber tudo. Claro, como uma amiga disse com muita graça- ¨minhas filhas me contam coisas que eu até nem precisaria saber¨ ( kkkk), não falo aqui em pormenores detalhados, coisas que se calhar até nem temos paciência de ouvir ou entram numa intimidade que é só delas (es), isso para mim é opcional, não fundamental.
Depois acho que existem dois tipos de privacidade. Lembro das minhas conversas na adolescência e eram de uma tontice pegada, mas que faziam parte dessa fase e quando o meu irmão lia alguma dessas coisas, eu era gozada até a exaustão, muitas vezes por toda a família. Isso eu acho falta de respeito e de privacidade. Utilizar uma gesto, um verso, uma tontice qualquer que é próprio da idade e ridicularizar, contar para os outros, por pura recreação, acho errado, acho abusar daquela pessoa que não pode se defender, que é dependente. É no mínimo covarde.
Mas, por outro lado, a tal da privacidade que nos exclui daquilo que nossos filhos estão a sentir, a sofrer, a se alegrar, enfim, a viver, eu acho perigoso.
Na adolescência somos muito idealistas, queremos mudar o mundo, acreditamos que a vida é fácil, temos pressa, nos baseamos em filmes, clipes...Achamos que o amor e uma cabana é suficiente para felicidade...Na adolescência a nossa auto estima é elástica, num momento nos sentimos donos do mundo, no outro nos sentimos um trapo...
E sobretudo, achamos que sabemos muito da vida e sabemos muito pouco.
Sabemos pouco sobre gerir a vida, gerir o dinheiro, gerir o tempo. Nessa fase achamos que a opinião dos amigos ( que igualmente não sabem nada) é a verdade absoluta. Achamos que aquele cara todo maluco com ideias inovadoras é o CARA, nem pensamos que daqui um tempo a vida, que é dura e passa rápido, acaba com as chances desse CARA ter um futuro, e de duas uma, ou vamos sustentá-lo, ou vamos viver uma vida de privações juntos.
E viver uma vida de privações, na minha opinião, não é lá muito gostoso.
Na adolescência queremos viver o momento e consequências muitas vezes são desvalorizadas, mas a verdade é que as consequências fazem parte de qualquer ação, não há como fugir delas.
Por isso acho que é sim nosso papel saber o que nossos filhos estão a pensar, com quem estão a andar, o que estão a sentir, e tentar orientar. Também saber escutar, porque concordo que também aprendemos com eles, sem dúvida. A vida não tem só um meio, uma fórmula, não é estático, mas acho que sentimos e sempre sabemos lá bem dentro a distinguir o que é certo e errado para nossas crias.
É saber mais que ouvir, saber sentir e estar presente, aconselhar, cuidar e se for preciso é mesmo fundamental proibir, ir as últimas consequências, mesmo que eles se revoltem e fiquem chateados conosco, um dia eles não vão agradecer a dura intervenção!
Eu acho...
Os meus ainda não chegaram a essa fase, portanto tudo que sei e penso é baseado na minha própria adolescência e naquilo que eu vejo da vida...
Ontem discutia-se ¨privacidade¨, claro que é um tema que pode gerar alguma polêmica. Umas acham que não devem de maneira nenhuma ver os celulares das filhas (os) , outras vasculham tudo e sentem a necessidade de estar em cima do acontecimento.
Baseada naquilo que sei até agora, eu sou da turma que acha que tem que saber tudo. Claro, como uma amiga disse com muita graça- ¨minhas filhas me contam coisas que eu até nem precisaria saber¨ ( kkkk), não falo aqui em pormenores detalhados, coisas que se calhar até nem temos paciência de ouvir ou entram numa intimidade que é só delas (es), isso para mim é opcional, não fundamental.
Depois acho que existem dois tipos de privacidade. Lembro das minhas conversas na adolescência e eram de uma tontice pegada, mas que faziam parte dessa fase e quando o meu irmão lia alguma dessas coisas, eu era gozada até a exaustão, muitas vezes por toda a família. Isso eu acho falta de respeito e de privacidade. Utilizar uma gesto, um verso, uma tontice qualquer que é próprio da idade e ridicularizar, contar para os outros, por pura recreação, acho errado, acho abusar daquela pessoa que não pode se defender, que é dependente. É no mínimo covarde.
Mas, por outro lado, a tal da privacidade que nos exclui daquilo que nossos filhos estão a sentir, a sofrer, a se alegrar, enfim, a viver, eu acho perigoso.
Na adolescência somos muito idealistas, queremos mudar o mundo, acreditamos que a vida é fácil, temos pressa, nos baseamos em filmes, clipes...Achamos que o amor e uma cabana é suficiente para felicidade...Na adolescência a nossa auto estima é elástica, num momento nos sentimos donos do mundo, no outro nos sentimos um trapo...
E sobretudo, achamos que sabemos muito da vida e sabemos muito pouco.
Sabemos pouco sobre gerir a vida, gerir o dinheiro, gerir o tempo. Nessa fase achamos que a opinião dos amigos ( que igualmente não sabem nada) é a verdade absoluta. Achamos que aquele cara todo maluco com ideias inovadoras é o CARA, nem pensamos que daqui um tempo a vida, que é dura e passa rápido, acaba com as chances desse CARA ter um futuro, e de duas uma, ou vamos sustentá-lo, ou vamos viver uma vida de privações juntos.
E viver uma vida de privações, na minha opinião, não é lá muito gostoso.
Na adolescência queremos viver o momento e consequências muitas vezes são desvalorizadas, mas a verdade é que as consequências fazem parte de qualquer ação, não há como fugir delas.
Por isso acho que é sim nosso papel saber o que nossos filhos estão a pensar, com quem estão a andar, o que estão a sentir, e tentar orientar. Também saber escutar, porque concordo que também aprendemos com eles, sem dúvida. A vida não tem só um meio, uma fórmula, não é estático, mas acho que sentimos e sempre sabemos lá bem dentro a distinguir o que é certo e errado para nossas crias.
É saber mais que ouvir, saber sentir e estar presente, aconselhar, cuidar e se for preciso é mesmo fundamental proibir, ir as últimas consequências, mesmo que eles se revoltem e fiquem chateados conosco, um dia eles não vão agradecer a dura intervenção!
Eu acho...
domingo, 2 de abril de 2017
Tarte de Champagne
Tive a sorte de ir mais uma vez para Mérida e lá experimentei uma tarte de champagne, achei saborosa leve e linda... e claro, quis tentar reproduzir cá em casa...
Achei um pouco trabalhosa, mas gostei de fazer e certamente vou conseguir melhorar na próxima...
Mas partilho aqui a receita, que encontrei num site espanhol ( está aqui), muito bem explicado, mas partilho aqui em português e com uma ou duas alterações...
Ingredientes:
Recheio
500 grs. de creme de leite ( natas)
200 grs. de açúcar;
6 folhas de gelatina sem sabor;
1 garrafa de champagne;
Base
Na receita original é usado uma base de¨ biscocho ¨, que é um bolo fininho, eu usei uma base de massa quebrada, que compro pronta no Pingo Doce.
Então assim:
Uma base de massa quebrada;
Meia chávena ( xícara) de champagne
Gelatina
10 folhas de gelatina sem sabor;
Morangos,
250 grs. de champagne;
200 grs. de açúcar;
200 grs. de água;
Modo de fazer:
Eu comecei colocando a base de massa quebrada para assar, depois de assada humedeci com a meia chávena de champagne.
Base pronta, reservar.
Depois, vamos para o recheio, colocamos a garrafa de champagne, e o açúcar numa panela e deixamos reduzir até metade da quantidade original.
Entretanto, as folhas de gelatina já devem estar na água, a amolecer.
Quando essa fervura terminar, escorremos as folhas de gelatina e colocamos com o caldo de champagne, mexemos para incorporar muito bem.
Bater as natas ( creme de leite), até ficarem bem firmes.
E depois que o caldo de champagne estiver na temperatura ambiente, incorporá-lo com as natas, muito gentilmente para manter o ar nas natas...
Colocar na base, com uma forma de abrir, claro...
e colocar no frigorífico para ganhar consistência, antes de colocar os morangos...
Depois de estar bem firme, colocar os morangos por cima, eles cortados ao meio...
Eu costumo separar e fazer um modelo antes de colocar, para ter ideia do tamanho dos morangos...
Entretanto, começo a fazer a gelatina de champagne. Numa panela coloco o champagne, açúcar e água, deixo ferver. As folhas de gelatina ficam em água para amolecer.
Quando o caldo começa a levantar fervura, escorro as folhas de gelatina e incorporo no caldo muito quente ( mas já fora do fogo).
Agora há um perigo!!!
Temos que deixar a gelatina esfriar completamente, antes de começar a colocá-la na forma com o recheio, caso contrário ela faz com que o recheio se desfaça...
Colocamos a gelatina em fases, primeiro uma pequena quantidade, e colocamos no frigorífico, para solidificar.
Se pusermos toda a gelatina de uma vez, os morangos levantam e não ficam dentro da gelatina.
Fazemos três vezes essa passagem, até que a tarte esteja coberta com a gelatina de champagne,
Levamos ao firgorífico, por no mínimo umas 5 horas...
Desenformamos e temos uma linda e refrescante sobremesa!
Como dá para ver na foto,eu coloquei a primeira camada de gelatina um pouco morna, e um bocado do creme desprendeu-se e misturou com a gelatina...
Prometo fazer melhor na próxima vez!!!
Achei um pouco trabalhosa, mas gostei de fazer e certamente vou conseguir melhorar na próxima...
Mas partilho aqui a receita, que encontrei num site espanhol ( está aqui), muito bem explicado, mas partilho aqui em português e com uma ou duas alterações...
Ingredientes:
Recheio
500 grs. de creme de leite ( natas)
200 grs. de açúcar;
6 folhas de gelatina sem sabor;
1 garrafa de champagne;
Base
Na receita original é usado uma base de¨ biscocho ¨, que é um bolo fininho, eu usei uma base de massa quebrada, que compro pronta no Pingo Doce.
Então assim:
Uma base de massa quebrada;
Meia chávena ( xícara) de champagne
Gelatina
10 folhas de gelatina sem sabor;
Morangos,
250 grs. de champagne;
200 grs. de açúcar;
200 grs. de água;
Modo de fazer:
Eu comecei colocando a base de massa quebrada para assar, depois de assada humedeci com a meia chávena de champagne.
Base pronta, reservar.
Entretanto, as folhas de gelatina já devem estar na água, a amolecer.
Quando essa fervura terminar, escorremos as folhas de gelatina e colocamos com o caldo de champagne, mexemos para incorporar muito bem.
Bater as natas ( creme de leite), até ficarem bem firmes.
E depois que o caldo de champagne estiver na temperatura ambiente, incorporá-lo com as natas, muito gentilmente para manter o ar nas natas...
Colocar na base, com uma forma de abrir, claro...
e colocar no frigorífico para ganhar consistência, antes de colocar os morangos...
Depois de estar bem firme, colocar os morangos por cima, eles cortados ao meio...
Eu costumo separar e fazer um modelo antes de colocar, para ter ideia do tamanho dos morangos...
Entretanto, começo a fazer a gelatina de champagne. Numa panela coloco o champagne, açúcar e água, deixo ferver. As folhas de gelatina ficam em água para amolecer.
Quando o caldo começa a levantar fervura, escorro as folhas de gelatina e incorporo no caldo muito quente ( mas já fora do fogo).
Agora há um perigo!!!
Temos que deixar a gelatina esfriar completamente, antes de começar a colocá-la na forma com o recheio, caso contrário ela faz com que o recheio se desfaça...
Colocamos a gelatina em fases, primeiro uma pequena quantidade, e colocamos no frigorífico, para solidificar.
Se pusermos toda a gelatina de uma vez, os morangos levantam e não ficam dentro da gelatina.
Fazemos três vezes essa passagem, até que a tarte esteja coberta com a gelatina de champagne,
Levamos ao firgorífico, por no mínimo umas 5 horas...
Desenformamos e temos uma linda e refrescante sobremesa!
Como dá para ver na foto,eu coloquei a primeira camada de gelatina um pouco morna, e um bocado do creme desprendeu-se e misturou com a gelatina...
Prometo fazer melhor na próxima vez!!!
Subscrever:
Mensagens (Atom)