Tive a sorte de estar no Brasil quando as colegas do curso de magistério resolveram fazer uma reunião para celebrar os 25 anos de formatura...
Foi muito divertido. É como as vezes eu penso, foi ver o futuro.
Num dado momento, no restaurante onde estávamos reunidas, fiquei a lembrar de nós todas, entre os nossos 15 aos 18 anos, coisas que fazíamos, pensávamos ( se é que pensávamos), sonhos que tínhamos....
Foi bom rever uma grande parte dessa moçada ( moçada?), saber que a vida está a correr bem, saber dos filhos, dos empregos, da vida enfim...
A sensação que tenho é que estamos iguais, que o tempo não modificou muito nem nosso espírito, nem nossos ¨corpichos¨, continuamos todas lindas!
Pensei na Marcelinha, uma de nós que faleceu pouco antes de terminar o curso, e imaginei ela nos vendo, lá de onde ela está, a dar aquela gargalhada gostosa que ela sempre dava, e pensei que, por mais pedras, dificuldades que cada uma de nós possamos encontrar, devemos sempre celebrar isso- o facto de estarmos aqui! Tendo a oportunidade de viver a vida e de até nos encontramos depois de 25 anos!
Adorei estar com cada uma de vocês! Espero não ter que esperar mais 25 anos para esse encontro se repetir!
Sejam bem felizes! Sempre!
terça-feira, 19 de julho de 2016
segunda-feira, 11 de julho de 2016
A beleza do futebol!
Sobre os detalhes do jogo seria inútil e muito deficiente uma explicação da minha parte, mas aquilo que acho que emociona a todos é a vibração que apenas uma final consegue produzir...
Eu estou no Brasil e estava com um grupo de amigos a assistir a final. Esses amigos certamente assistiriam a partida, mas tenho certeza que o facto de eu lá estar fez com que a torcida fosse muito, muito maior...Estou segura que a minha emoção contagiou e todos curtiram um sabor de vitória...
Futebol é assim, se calhar o grande barato é essa emoção mesmo, que nos liga a todos e nos deixa momentos como estes:
Ou esse momento:
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Voltar...
Estou a passar umas férias na casa dos meus pais, no Brasil.
Diferente do que meus amigos portugueses imaginam, eu não estou numa praia paradisíaca, num resort... são férias no interior de São Paulo, numa cidade que embora grande, todos se conhecem.
Eu que me considero uma pessoa que até se explica bem, quando tento responder a quem me pergunta qual a sensação de voltar para cá, fico baralhada.
No dia que chego a sensação é de atordoamento, principalmente quando venho num período que o fuso horário está completamente distante. Estamos com 4 horas de diferença.
Depois nos dias que correm vou encontrando as amigas e nas conversas percebendo que eu não sou de nenhum lugar.
Explico... há coisas que acontecem e que são normais aqui e são tão, tão estranhas para os moldes de vida português que eu estranho, mas depois de um, dois dias já entendo perfeitamente, já relembrei.
Muitas vezes olho para um lado e tudo parece ser tão diferente, olho para outro e volto no tempo como se estivesse sempre aqui.
Poucos dias passados e já me sinto um Limeirense a 100%. Volto para casa, casa em Lisboa e me perco de novo...
Muitas vezes, nessa vida que calhou de ser assim, sinto que perdi minha identidade que não pertenço a lado nenhum, mas a dois mundos díspares...
Diferente do que meus amigos portugueses imaginam, eu não estou numa praia paradisíaca, num resort... são férias no interior de São Paulo, numa cidade que embora grande, todos se conhecem.
Eu que me considero uma pessoa que até se explica bem, quando tento responder a quem me pergunta qual a sensação de voltar para cá, fico baralhada.
No dia que chego a sensação é de atordoamento, principalmente quando venho num período que o fuso horário está completamente distante. Estamos com 4 horas de diferença.
Depois nos dias que correm vou encontrando as amigas e nas conversas percebendo que eu não sou de nenhum lugar.
Explico... há coisas que acontecem e que são normais aqui e são tão, tão estranhas para os moldes de vida português que eu estranho, mas depois de um, dois dias já entendo perfeitamente, já relembrei.
Muitas vezes olho para um lado e tudo parece ser tão diferente, olho para outro e volto no tempo como se estivesse sempre aqui.
Poucos dias passados e já me sinto um Limeirense a 100%. Volto para casa, casa em Lisboa e me perco de novo...
Muitas vezes, nessa vida que calhou de ser assim, sinto que perdi minha identidade que não pertenço a lado nenhum, mas a dois mundos díspares...
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